sábado, 31 de maio de 2008

A PRIMEIRA BARRAGEM DO ALTO TÂMEGA

Por ordem da entrada do rio Tâmega em Portugal, a primeira barragem começa a ser construída a partir do concelho de Chaves, concretamente, na denominada praia de Vidago, junto à estrada n.º 311 que liga Boticas a esta vila termal.

A grande albufeira vai estender-se pelos concelhos de Chaves, Boticas, Vila Pouca de Aguiar e Ribeira de Pena, terminando do lado esquerdo na aldeia de Parada de Monteiros e no lado direito em Padroselos. Está previsto começarem as obras em 2010, podendo terminar em 2015.

O Presidente da AMAT (Associação de Municípios do Alto Tâmega), Eng.º Fernando Campos, manifestou o seu agrado pelo lançamento do concurso público.

Será uma obra grandiosa, com uma capacidade de escorregamento prevista em 1850 metros cúbicos/segundo e uma capacidade útil de 60 milhões de metros cúbicos; enquanto a capacidade total atingirá 134 milhões de metros cúbicos. (Estes elementos são, ainda, provisórios.)

De uma coisa já todos temos a certeza. Nada ficará como dantes numa região altamente carenciada, social e economicamente, mas das mais belas do país pela riqueza das suas paisagens e variedade de espécies vegetais naturais existentes nas margens do rio, sobretudo, junto a Fiães do Tâmega e Mosteirão, do concelho de Boticas.

O dia um de Abril de 2008 ficará marcado na História desta região e do país como tendo sido a coroação do trabalho do Primeiro Ministro Eng.ºJosé Sócrates, também transmontano, e dos autarcas que ao longo de anos se têm batido pelo progresso das nossas pobres gentes que, ao longo dos tempos, têm morado paredes meias com os bichos, a miséria e a marginalização. Esperemos que, dentro de pouco tempo, se ouçam as grandes máquinas a trabalhar e as populações a beneficiarem da qualidade de vida a que têm direito. O turismo aquático e de montanha vai ser um grande pólo de atracção. Um hotel de cinco estrelas, Vidago Palace Hotel, com um campo de golfe de dezoito buracos, vai ser inaugurado brevemente. Pedras Salgadas são vizinhas próximas. Muito mais virá por acréscimo. Surgiu uma nova luz ao fundo do túnel.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

EDITORIAL - Vamos reactivar o mais possível o Conselho Regional

Quando nos propusemos dirigir os destinos da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro, decidimos não nos pautar por promessas mas por grandes objectivos gerais que nos conduziriam a boas linhas orientadoras de actuação. Estamos fartos de promessas que não se cumprem. Muitas promessas têm sido feitas, depois constatada a impossibilidade de serem cumpridas e abandonadas. Ao contrário, os grandes objectivos, ideais para os quais se pretende caminhar, vão-se operacionalizando e vão-se sempre perseguindo sem nunca os esquecer, controlando a «governança» de que dependem, ou seja os significados que controlam o esforço a ser desenvolvido para os alcançar.

Ora um desses grandes objectivos foi reactivar o mais possível o Conselho Regional. Este importante Órgão já conheceu períodos muito activos e ricos e outros em que ou não existia ou era como se não existisse.

O Conselho Regional é, de acordo com o Capítulo VIII, Artº 26º dos Estatutos da nossa instituição, um órgão consultivo da Direcção constituído por um a três representantes de cada um dos municípios definidos estatutariamente como pertencendo à área geográfica de Trás-os-Montes e Alto Douro e que são os seguintes: Alfândega da Fé, Alijó, Armamar, Boticas, Bragança, Carrazeda de Ansiães, Chaves, Figueira de Castelo Rodrigo, Freixo de Espada à Cinta, Lamego, Macedo de Cavaleiros, Meda, Mesão Frio, Miranda do Douro, Mirandela, Mogadouro, Mondim de Basto, Montalegre, Murça, Peso da Régua, Resende, Ribeira de Pena, Sabrosa, Santa Marta de Penaguião, São João da Pesqueira, Tabuaço, Tarouca, Torre de Moncorvo, Valpaços, Vila Flor, Vila Nova de Foz Côa, Vila Pouca de Aguiar, Vila Real, Vimioso e Vinhais.

Reputamos este Órgão de muito importante e a actual Direcção gostaria de facto de dispor da sua existência como órgão activo e eficaz para o poder consultar antes de ir tomando decisões importantes nas «bifurcações» do devir por onde vai passando a nossa Casa ao longo da seta do tempo.

Mas não só. É que, de acordo com o mesmo documento, ao Conselho Regional também compete tomar iniciativas que digam respeito ao desenvolvimento regional e concelhio, que deverão ser apresentadas à Direcção de modo a que esta possa avaliá-las e fazer o esforço de as levar a efeito com a maior eficácia possível. O próprio Presidente do Conselho Regional poderá ser um excelente porta-voz junto da Direcção, já que estatutariamente tem direito a participar nas reuniões da mesma.

Apelo, pois, a todos os leitores que nos ajudem a prosseguir nos nossos desígnios no que respeita ao Conselho Regional. E aos sócios que se mobilizem de forma pró-activa para nele participarem com as suas ideias e criatividade. Respondam às solicitações que têm sido feitas pelo nosso companheiro de Direcção que, por ter já sido conselheiro e não só, ficou responsável pelo pelouro do Conselho Regional e que tem desenvolvido um esforço meritório para que este órgão a curto prazo esteja constituído e a funcionar plenamente.

A nossa Casa em movimento

A Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro em Lisboa precisa de ter vida activa.

Quem lhe poderá dar essa vida somos todos nós que a estimamos e a vamos projectando em acções dinâmicas, esclarecedoras e inovadoras. Há alguns anos atrás tentou-se fazer reuniões por concelhos. Alguns compareceram e acharam bem, mas depois quase tudo adormeceu, por razões várias, por defeito dos organizadores, ou por motivos mais que lógicos.

Alguma coisa se manteve e ainda bem! O grupo dos naturais e amigos de Vila Marim do concelho de Vila Real continua a reunir-se sempre no 1º domingo de Abril. Este ano caiu no dia 6. Começou a fazê-lo em 2002 e ainda não desistiu. E já lá vão sete bons anos. Desta vez juntaram-se mais cerca de cinquenta pessoas. Foi um número muito significativo, se pensarmos que estamos todos muito dispersos e já com alguma idade, que não nos permite fazer grandes florestrias. Foi uma tarde bem passada. Parabéns pela perseverança. E quase todos família!

Quero referir de um modo especial pelo trabalho que tiveram em convocar a malta: o Manuel Augusto Martins, de Quintela, o Luís Frutuoso, mais conhecido entre nós pelo Luís da Giesta e eu próprio, Serafim Sousa. Que até já tinha manifestado o meu desgosto por estarem a aparecer tão poucos o que me trazia um pouco desanimado, pensando até em desistir destes encontros. Mas as coisas compuseram-se e apareceu um número que nos motiva a todos para continuarmos e assim vamos manter esta linda e singular tradição de nos encontrarmos perto da Páscoa. Os que podiam ter aparecido e não o fizeram, que se cuidem para não faltarem a seguir, sob pena de não se considerarem de Vila Marim. Somos talvez perto de uns duzentos. Seria bonito que o número aumentasse forte e feio para estrearmos as novas instalações. Quem dera!

No dia 12 de Abril, sábado seguinte, foi a vez dos naturais e amigos de Chaves. A nova direcção tem dois elementos muito distintos daquela cidade. São eles o Presidente e o Secretário. O autor destas linhas, que adoptou aquela cidade como sua predilecta, pois trabalhou ali durante os cinco primeiros anos da sua vida sacerdotal, também fez parte do grupo que tocou a reunir. E valeu a pena o esforço. Juntaram-se perto de sessenta pessoas. Nem couberam na sala grande, tiveram de utilizar a reserva. Que maravilha ver tanta gente unida em volta da mesa para confraternizar, conviver e cantar, como não podia deixar de ser.

Já os antigos diziam que é à mesa que se planeiam e se fazem os melhores negócios. E haverá coisa melhor do que manter bem acesa a chama da amizade e as raízes da terra que nos viu nascer, os amigos da infância, os factos do passado que ainda recordamos com alguma saudade? Eu penso que não. A vida dá muita volta, mas as coisas mais belas e gostosas vêm-nos desses tempos já distantes, mas ainda bem presentes na nossa memória. Estes encontros servem também para pararmos um pouco na rotina do dia a dia e reflectirmos em comum sobre o que vamos fazendo e a felicidade que tudo isso nos traz. Poderemos andar exaustos, desanimados ou até um pouco desorientados, mas o encontro com os amigos sobreleva-se a tudo. Ficamos alegres e difundimos alegria para os outros. Afinal a vida tem de ser isto. Aproveitar enquanto se pode em franca e alegre camaradagem.

Seria bom que outras iniciativas deste género se repetissem, para nos conhecermos melhor, partilharmos os anseios comuns e, porque não, tentarmos também ajudar-nos uns aos outros. A Casa precisa disto, nós também precisamos e a nossa terra precisa desta unidade entre todos para um progresso avançado. Vamos nisto. Vamos dar as mãos e concretizar os nossos sonhos.

Todos juntos seremos mais, muito mais fortes.

Dia 13 de Abril

Dia do intercâmbio entre a Freguesia de Marvila, de Lisboa, com a Freguesia de Vila Marim do concelho de Vila Real.

Um grupo de 50 pessoas, onde se incluíam os responsáveis da Autarquia e os presidentes de várias associações da mesma, partiu às seis e meia da manhã de Chelas em direcção a Vila Real . Fez-se pausa para o pequeno almoço na área de serviço de Santarém e depois foi viagem directa até Vila Real, onde se chegou por volta das 11,30.

À nossa chegada estava o Presidente da Junta da Freguesia de Vila Marim, que nos guiou até à barragem do Alvão. Estava chuva e um frio de rachar. Saímos durante cerca de meia hora e depois rumámos de novo, por Borbela, em direcção a Vila Real. Parámos junto do Teatro e do Centro Comercial Dolce Vita. Observou-se aquele conjunto, as piscinas, os jardins, a ponte de ferro, o novo Colégio da Boavista. Respirou-se o ar puro e fresco e fomos até à Meia Laranja. Vista deslumbrante do rio Corgo a serpentear entre rochedos. Ao longe o Hotel Mira Corgo, o cemitério velho, a ponte pedonal e os restos da velha fábrica de curtumes.

Depois lá seguimos para Vila Marim, onde nos esperava uma chanfana à moda de Arnal, feita pela esposa do Sr. Presidente ajudada por mais alguns familiares. Sentámo-nos e vieram os discursos, primeiro do Manuel Martins, o organizador deste intercâmbio, que referiu a felicidade que sentia por estarem ali, naquele encontro de culturas e interesses. Agradeceu o Presidente da Junta de Vila Marim e de Marvila, dizendo que aquela viagem seria o princípio de uma nova era no relacionamento das duas freguesias. Dali em diante estariam de mãos dadas em relação ao futuro. A comida foi abundante, suculenta e muito bem confeccionada. Bebeu-se branco e tinto da terra, sumos e águas minerais. Salada de frutas, doces variados e um bolo gigante oferecido pela Junta de Vila Marim. Tudo óptimo.

A surpresa maior foi o acompanhamento da refeição pela tuna de Bisalhães - Mondrões.

Só pararam no fim. Deliciaram-nos com músicas populares do seu vasto reportório e a canção final, em jeito de despedida, dizia, entre outras coisas, o seguinte: "vai, amigo, por toda a parte construir a paz e o amor". Que bela e sedutora mensagem! Talvez nem todos se tenham apercebido, mas calou bem fundo no coração de alguns. Obrigado em nome de todos, mas não vamos esquecer que da boca das pessoas simples saem grandes lições muitas vezes. Amizade e paz não têm fronteiras.

Iniciou-se o regresso rumando à Torre de Quintela. Passámos ainda por casa do Manuel Martins para merendar. A merenda foi preparada com todo o requinte: leitão, bola de carne e bolos variados, mas faltava o essencial para estas coisas, era o apetite. Tudo delicioso e atraente, mas não havia espaço interior para tanta comida. De qualquer forma o Martins está de parabéns por tanta generosidade e hospitalidade, mas o ser humano tem limites...

Pelas 18,30 foi o regresso. Chegámos a Lisboa pelas 23,30. Durante a viagem de ida e volta cantou-se, rezou-se e partilhou-se felicidade e alegria. Foi um dia bem passado e em plena satisfação de todos. Resta-nos dizer muito obrigado a Marvila, a Vila Marim e a todos os que participaram e deram o seu melhor para este encontro de amigos.

Jantar de Abril

Decorreu no passado dia 23 de Abril, na nossa sede, o tradicional jantar comemorativo do 25 de Abril.

Com a Casa cheia de associados e amigos, o clima foi de festa e, nas mesas, as conversas giravam sobre as lembranças de há 34 anos e não só.

Embora a organização tivesse providenciado música de fundo para animar a sessão, tal não foi necessário nem tampouco possível. O bruá sobrepôs-se, e de que maneira, e ele próprio se transformou em som ambiente.

No final do repasto, Jorge Valadares, presidente da Direcção, relembrou as vicissitudes do período antes do 25 de Abril de 1974 e do que ele, dirigente estudantil à época, passou pelo simples facto de estar do lado da liberdade.

A cerimónia terminou com as palavras do Capitão de Abril, Borges Correia, hoje coronel, que em representação da Associação 25 de Abril veio até à nossa Casa dar-nos conhecimento da conjuntura político-militar que levou ao movimento, de onde estava naquele dia e dos acontecimentos que presenciou e nos quais participou.

Terminado o acto oficial, os "desencontrados nas mesas" reuniram-se no corredor e salas da sede e continuaram o fraterno convívio até às primeiras horas da madrugada seguinte.

A CTMAD e a Associação 25 de Abril vão estudar formas de colaboração e cooperação para concretizar outras actividades que possam interessar aos respectivos associados.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

CTMAD NA FEIRA DO LIVRO DE LISBOA

A Direcção está em condições de informar que na próxima segunda-feira, dia 2 de Junho, pelas 21 horas, a nossa Casa estará no pavilhão da APEL, ao cimo do Parque Eduardo VII a promover a cultura da nossa região com especial incidência nos seus escritores e suas obras.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Defender o Douro

A Estrutura de Missão para a Região Demarcada do Douro, criada pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 116/2006, tem como finalidade dinamizar acções para o desenvolvimento integrado da Região do Douro e promover a articulação entre as entidades da administração central e local com competências na região, bem como estimular a participação e a iniciativa da sociedade civil.

Agregando mais de quatro dezenas de organismos entre institutos, agências, associações, parques, museus, fundações e outros, a Missão para levar por diante os seus objectivos deverá dinamizar acções articuladas com agentes regionais, coordenar programas e projectos, dinamizar parcerias, mais um vasto conjunto de acções, tudo na perspectiva dos interesse do Douro e da sua região.

Por onde passa necessariamente o ordenamento do território e a importância que dentro dele assumem os Planos Directores Municipais.

Foi precisamente para fazer o ponto da situação dos PDM's e avaliar um conjunto de programas de regeneração e reabilitação urbanas que se reuniram no Peso da Régua mais de setenta responsáveis entre técnicos e autarcas durienses.

Ricardo Magalhães, responsável pela Estrutura, chamou a atenção para o atraso na elaboração dos Planos Directores e apelou à sua agilização em nome da eficácia e do rigor.

Também os projectos deverão ser elaborados e apresentados de forma sustentada com conhecimento prévio dos mecanismos e financiamentos disponíveis devendo contar sempre com a participação empenhada dos cidadãos já que é para eles, para os seus interesses, que aqueles são feitos.

"Quem nos visita vem conhecer a paisagem vinhateira, provar os nossos vinhos; mas quer também, acentuou Ricardo Magalhães, conhecer a nossa história. A oferta turística passa também pelas cidades e vilas durienses onde os turistas são acolhidos."

quarta-feira, 21 de maio de 2008

OUBREIROS DE LA LHENGUA MIRANDESA NE L CNC

Ne l die 22 de Abril, houbo ua cousa mui amportante pa l mirandês. Ua seçon, chamada Jornal Falado, ne l Centro Nacional de Cultura (CNC) an Lisboua, subre l tema "A defesa e preservação da língua mirandesa". Fúrun relhembrados alguns de ls prinipales oubreiros de la lhéngua mirandesa.

Na mesa partecipórun, cumo repersentantes de L Centro Nacional de Cultura, l Dr. Lourenço de Almeida, que a meio de la seçon fui sustituido pul Dr. Guilherme de Oliveira Martins i cuomo repersentantes de la lhéngua mirandesa alguns de ls que mais ténen cuntribuido pa l sou zambolbimiento, nomeadamente l Dr. Júlio Meirinhos, la Dr.ª Manuela Barros Ferreira, l Dr. Amadeu Ferreira, l Dr. Carlos Ferreira i l Dr. Duarte Martins.

Fui ua amportante jornada pa la lhéngua mirandesa, adonde fúrun tratados dibersos temas, tales cuomo la lei, la cumbençon, l ansino i la situaçon atual de l mirandés.

De l muito que fui falado çtaco l seguinte:

- Júlio Meirinhos, fizo ua çcriçon stórica de l grande trabalho que fui feito na Cámara de Miranda para porparar la passaige de l mirandés a segunda lhéngua ouficial an Pertual i para tornar possible que fura ansinado nas scuolas mirandesas.

- Drª Manuela Barros Ferreira referiu que fui defícel cumbancer a muitos colegas de que l mirandés nun era un dialeto, mas si ua lhéngua i splicou las çfrenças priecipales antre ua lhéngua i un dialecto.

- Dr Amadeu Ferreira, çtaco ua cousa mui cunsoladora pa ls zenízienses, de que persentemente Zenízio era l'aldé que tenie mais scritores de mirandés por metro quadrado .

- Carlos Ferreira defendiu de forma mui antusiasta que l purmeiro Rei de Pertual D Afonso Henriques, solo podie falar mirandés, pus sue mai i la sue família toda falaba lhionés i que l mirandés yá se falaba antes de la criaçon de Pertual.

- Duarte Martins focou que tenemos benido a ganhar muitos amigos de la lhéngua mirandesa i que l ansino passa por grandes deficuldades para cunta cula adeson de cada beç mais alunos, inda que las aldés mirandesas se stéian sbaziar-se de giente.

Amadeu Ferreira, agradeciu la preséncia de l Presidente de l Centro Nacional de Cultura, Dr. Guilherme de Oliveira Martins i l cuntributo que ten dado pa la dibulgaçon de l mirandés, al poner testos an mirandés ne l portal de l Centro Nacional de Cultura.

Na fin, l Presidente de l Centro Nacional de Cultura, dr. Guilherme de Oliveira Martins, referiu que relhambrar ls oubreiros de la lhéngua mirandesa era mui amportante pa la cultura pertuesa, de que faç parte antegrante la lhéngua i la cultura mirandesas.

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