Na próxima sexta-feira, dia 22, pelas 18,30 horas, terá lugar na sede da CTMAD a cerimónia do lançamento do livro "PASSAGENS e AFECTOS" da autoria do associado João de Deus Rodrigues.
Será servido um Douro d'Honra.
Na próxima sexta-feira, dia 22, pelas 18,30 horas, terá lugar na sede da CTMAD a cerimónia do lançamento do livro "PASSAGENS e AFECTOS" da autoria do associado João de Deus Rodrigues.
Será servido um Douro d'Honra.
Pelo terceiro ano consecutivo, dias 15, 16 e 17 de Maio 2009, a Progestur, em parceria com a EGEAC com o apoio da Associação de Turismo de Lisboa irá organizar o IV Grande Desfile da Máscara Ibérica, considerado pelos orgãos de comunicação social como o maior desfile temático a nível europeu.
Salienta-se a presença do TURISMO DO DOURO, no dia 17, dia inteiramente dedicado ao Douro, com uma mostra do que de melhor se produz naquela região, da cultura à gastronomia.
O desfile contará com a maior participação de sempre - cerca de 650 participantes, oriundos de diversas zonas do Nordeste Trasmontano e de Espanha. Este ano a inniciativa estende-se a 3 dias, com um grande espectáculo musical de abertura com a actuação da cantora de fado espanhola de origem portuguesa Maria do Ceo e do Grupo de Danzas de Ourense "Queixumes dos Pinos".
Durante todo o período do evento existirá uma Mostra de Regiões de Portugal e Espanha, nomeadamente Douro, Lamego e Ourense. Poder-se-á desfrutar da degustação de produtos regionais, provas de vinhos, artesanato com trabalhos ao vivo e divulgação turística.
por Jorge Valadares
Realizou-se recentemente a Assembleia-geral em que tivemos oportunidade de fazer uma exposição, em power point, das actividades realizadas no ano passado e de prestar contas perante os associados que se dignaram comparecer.
Tive oportunidade de dizer que apesar de todo o esforço desenvolvido pela Direcção, o saldo positivo com que chegámos ao fim do ano foi bastante reduzido.
É certo que realizámos algumas obras de beneficiação da nossa Sede, mas a razão por que tanta actividade realizada rendeu tão pouco não pode explicar-se totalmente com esse facto. A justificação estende-se, por um lado, à falta de apoios por parte de diversas entidades ligadas à nossa região cujos governantes, com algumas honrosas excepções, têm a insensibilidade de não reconhecer o serviço social valioso que a CTMAD presta a vários transmontanos e alto durienses provenientes dos seus concelhos, como se os filhos dessas terras que tiveram que migrar para Lisboa deixassem de o ser por esse facto. Recusam retirar dos seus orçamentos uns insignificantes 250 euros anuais (ou 500 euros em reduzidos casos) para serem sócios extraordinários desta Associação de Solidariedade que representa na Grande Lisboa toda a região onde eles são responsáveis políticos e administrativos e apoia os naturais de lá e seus familiares aqui residentes. Por outro lado, há que reconhecer que as quotizações, devido ao facto de não variarem há anos, são baixas e com a agravante que só um número demasiado reduzido de associados paga as suas quotas atempadamente.
E é caso para perguntar: se a situação lamentável tem sido esta em tempo de «vacas gordas» como o será agora em tempo de «vacas magras»? Costuma-se dizer que é nos tempos difíceis que a nobreza de carácter mais vem ao de cima. Será que agora, dada a crise em que vivemos, todos nos lembraremos mais da necessidade de sustentabilidade da CTMAD e de ela ter de cumprir a sua grandiosa missão de mitigar o sofrimento daqueles transmontanos e alto-durienses que mais sofrem com ela? O futuro o dirá.
por António Cepeda
O agraciamento aos sócios mais antigos que a CTMAD instituiu, a partir de 2005, por ocasião das comemorações dos seus aniversários, veio revelar algumas situações irregulares no tocante à definição das datas de admissão dos nossos associados.
Proposta aprovada na última Assembleia-geral
A Direcção da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro de Lisboa vem, junto dos seus associados, propor um aumento do valor da quota anual, a vigorar apenas a partir do ano de 2010 (inclusive), dentro, portanto, do período do seu mandato, baseando tal proposta num conjunto de argumentos que a seguir submete à consideração da sua massa associativa.
Como é do conhecimento geral a CTMAD tem actualmente cerca de 1.300 associados, dos quais cerca de 200 serão a breve prazo eliminados por não terem respondido ao apelo que recentemente lhes foi endereçado no sentido de regularizarem o pagamento das respectivas quotas com atrasos superiores a 6 anos.
Ao iniciar-se o ano de 2009 ficaremos, assim, com aproximadamente 1.100 associados dos quais, porém, mais de 30% indiciam poder vir a perder a sua condição de sócio no médio prazo por também terem em atraso excessivo o pagamento das devidas quotas.
Assim se demonstra ter a CTMAD um universo de 700 a 800 sócios pagantes ainda que parte deles liquide os seus compromissos com alguma irregularidade.
A receita gerada pela quotização cifra-se assim, em números redondos, na ordem dos 15.000,00 €, como se pode comprovar nas contas dos últimos exercícios, valor este que, sendo a base sobre a qual se sustenta toda a nossa actividade, se verifica ser manifestamente insuficiente para o desenvolvimento daquilo que a Direcção entende ser o mínimo necessário para levar por diante os compromissos assumidos no seu programa de acção para o mandato que lhe foi conferido.
Os aspectos onde a Casa tem sentido as maiores dificuldades em honrar os seus compromissos são:A Direcção da CTMAD sente que a constatação desta atrofia financeira fundamenta adequadamente a proposta em apreço, pese embora os esforços que vem fazendo no intuito de diversificar as suas fontes de receita.
Por outro lado, respigando os antecedentes, verificou-se que o último aumento da quota anual se processou em 2003, tendo o valor anterior de 12,50 € (que se vinha então mantendo há cerca de 10 anos), passado para os actuais 20,00 €. Ou seja, no final de 2009, perfar-se-ão 6 anos sem que tenha havido alteração do valor da quota.
Concluindo, julga-se que um aumento de 5,00 €/ano, gerador de cerca de 4.000,00 € de receita adicional, correspondendo a 25% de aumento sobre o actual valor (aproximadamente igual a um acréscimo de 4% em cada ano) será aceitável e razoável quando confrontado com o aumento operado na anterior actualização, propondo-se ainda a manutenção do valor da inscrição nos actuais 5,00 €.
A ser aceite esta proposta, estará aberto o caminho para que, de futuro, se processem aumentos trienais do valor da quota de modo a fazer corresponder tais ajustamentos aos mandatos trienais da Direcção da CTMAD, ajustamentos esses, mais em consonância com o regular aumento do custo de vida.
De Glória Lopes, do "Jornal de Notícias" online transcrevemos:
Foi dado o primeiro passo, do lado espanhol, para a construção da autovia entre Leão e Bragança. Trata-se de uma via rápida considerada primordial para a ligação àquela região de Espanha assim como ao Norte de França.
O concelho directivo da Associação Autovia Leão/Bragança aprovou um estudo técnico e de viabilidade daquela ligação rodoviária entre Espanha e Portugal, que será entregue à ministra do Fomento espanhola, tendo em vista a inclusão da autovia no Plano Estratégico de Infra-estruturas e Transportes, com prioridade no âmbito internacional.
O desígnio principal da autovia será o desenvolvimento de um novo corredor internacional que ligue o Norte de Portugal (Porto) ao resto da Europa, pela fronteira de Irún, atravessando as regiões de Bragança, Puebla de Sanábria, La Bañeza, Santa Maria del Páromo e Leão. A auto-estrada em causa é considerada indispensável para unir o IP4 (futura A4) aos principais corredores rodoviários espanhóis que, por sua vez, se ligam a França, como é a A-231- AP1- A8 (Leão-Burgos-Vitoria- Irún).
Trata-se de uma via considerada pelos autarcas e alcaides a melhor solução por ser "a mais curta, mais rápida, mais económica e com menor dano ambiental".
O presidente da Câmara, Jorge Nunes, considera que este eixo transfronteiriço internacional serviria para canalizar, total ou parcialmente, o grande trânsito de mercadorias na comunicação dos principais portos do Noroeste Atlântico (Porto e Vigo) e os da costa do Mar Cantábrico (Gijón-Santander-Bilbao). Aliás, estabeleceria também, através da auto-estrada de Burgos, a ligação com Zaragoza e Barcelona. Perante estes argumentos tem defendido que se trata da configuração de um eixo indispensável, transversal e internacional. A isto junta-se o facto de o itinerário Porto-Irún não contar actualmente com uma eficaz ligação ferroviária. A auto-estrada desejada permitiria ligar quatro linhas ferroviárias, favorecendo assim a intermodalidade.
