sexta-feira, 31 de julho de 2009

A ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DA CTMAD

por José Luís CastorDecorreu na passada Terça-feira, dia 28 de Julho, pelas 21,30 h, a assembleia-geral extraordinária da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro para discutir a proposta da Direcção que constava da Convocatória a seu tempo enviada a todos os associados nos termos estatutários.
Tratava-se, resumidamente, de autorizar a permuta de um terreno em Pedrouços, cedido à CTMAD em regime de direito de superfície por 99 anos, por um palácio no Paço da Rainha, nas mesmas condições e pelo mesmo período.

Com o grande salão da Sede a abarrotar, os participantes debateram e questionaram a Direcção, de forma animada e interessada. A vogal da Direcção Dr.ª Maria de Lourdes Marques e a associada Dr.ª Ana Sara Brito prestaram os esclarecimentos exigidos sempre apoiadas por meios vídeo que permitiram ver a localização e a implantação do referido palácio no contexto da zona e da cidade.

Muitos associados pediram a palavra, expuseram alguns prós e contras, mas no final, quando a Mesa fez votar a proposta, a resposta foi a aprovação por unanimidade e aclamação.

Ter-se-á feito história nessa noite, pois um dossier que tinha sido aberto no tempo do Presidente da Câmara Nuno Abecasis, passou pelas mãos dos Presidentes Jorge Sampaio, João Soares, Santana Lopes e Carmona Rodrigues para finalmente, com o actual edil António Costa, se chegar a uma solução de compromisso que interessa às partes envolvidas.

A Casa ficará instalada num palácio do séc. XIX, vizinho do Palácio Pombeiro, onde está instalada a Embaixada de Itália, do Palacete do Largo do Cabeço de Bola e Quartel da GNR e ainda do Paço Real da Bemposta / Paço da Rainha onde está instalada a Academia Militar.

José Luís Castor

domingo, 12 de julho de 2009

CTMAD VAI DELIBERAR SOBRE A PERMUTA DO TERRENO DE BELÉM

No dia 28 de Julho de 2009, às 21:00, na sede da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro (Campo Pequeno, 50 - 3º Esq., Lisboa), realiza-se uma Assembleia Geral Extraordinária, tendo como ponto único da ordem de trabalhos:

Deliberar sobre uma proposta, apresentada pela Direcção da CTMAD, de aceitação de um compromisso, a assinar com a Câmara Municipal de Lisboa, tendente ao estabelecimento de uma permuta do lote de terreno com a área de 1.089m2 sito no quarteirão definido pela Av. da Índia, Av. Torre de Belém, R. das Hortas e R. da Praia do Bom Sucesso da propriedade da CTMAD, com um imóvel, sito no Paço da Rainha, da propriedade da Câmara Municipal de Lisboa.


sábado, 27 de junho de 2009

Os fogos no nosso país

por Jorge Valadares


Estamos na época do ano em que o Sol, no seu movimento ao longo da eclíptica, está mais próximo do solstício de Verão, ponto pelo qual passará (aproximadamente) no dia 22 de Junho e em que a declinação solar será máxima e igual a ­+ 23º 26’ (seria + 90 º se estivesse acima dos polos ao longo do eixo da Terra, o que é ficção, e é 0 quando está acima do equador).

Embora o Sol esteja mais afastado da Terra no Verão do que no Inverno, no nosso hemisfério terrestre Norte (o que faz confusão a muita gente), devido a esta declinação solar que anda perto do seu valor máximo acima indicado os raios solares incidem mais perpendicularmente e a insolação solar é maior. As temperaturas atmosféricas médias são maiores, a secura da vegetação é maior, é tempo mais propício a fogos. Mas o movimento do Sol em torno da Terra sempre foi muito aproximadamente o que é e, todavia, há umas largas dezenas de anos atrás não se assistia a tantos fogos florestais no nosso país como nas últimas. Tal deve-se ao facto de muitas das ignições serem produzidas por mãos criminosas e mentes doentias e cobardes, pois atacam a indefesa natureza que tanto nos dá e não faz mal a ninguém.

Conheço uma pesquisa científica em que um grupo de colegas estão a tentar, com base em dados estatísticos, modelar a ocorrência de fogos nosso país desde 1987 até 2004. Ainda estão na fase da estatística descritiva e estão conscientes da dificuldade em modelar um fenómeno em que a variável dependente, a área ardida está relacionada com tantas variáveis, como são o tipo de vegetação (fuel), a altitude, a inclinação dos terrenos, a orientação dos mesmos, a densidade populacional da região onde ocorrem, a proximidade a estradas e diversas variáveis climáticas (precipitação, humidade relativa, temperatura máxima).

O número de ignições, o local ou locais onde ocorrem (muitas são quase simultâneas), o tipo de vegetação, a orografia do terreno e as condições de propagação (dependentes das variáveis climáticas) são decisivas. É gigantesco o drama de vermos desaparecer de repente aquilo que a Natureza levou tanto tempo a criar, de vermos morrer espécies vegetais e animais valiosas, de ver profundas modificações dos ecossistemas, de vermos proliferar pragas e doenças e de produzirmos o aquecimento global do nosso planeta.

Conhecemos dados que apontam para o facto de, entre 1975 e 2007 a área ardida ser cerca de 40 % da área do nosso território. Segundo dados da Direcção Geral dos Recursos Florestais arderam entre 1980 e 2006, uma média de 115 621 hectares por ano, o que corresponde grosseiramente a 200 000 relvados de futebol. Os estudos já efectuados mostram que a área ardida se deve muito mais a um acumular de relativamente pequenos fogos um pouco por todo o lado e não a grandes fogos. Por exemplo, entre 2000 e 2004 a área ardida foi perto de 1 milhão de hectares, mas não ocorreram mais do que 4 fogos com área ardida superior a 140 000 ha. Não restem dúvidas a ninguém que as causas artificiais dos fogos têm uma influência enorme e não é por acaso que, por exemplo, um factor que já se provou ter uma correlação positiva com a área ardida é a proximidade a estradas. O estado de abandono em que se encontram os matos é um outro facto lamentável.

Estamos longe de se ter feito tudo o que há a fazer para deixarmos de assistir a esta calamidade e seria importante que na Escola se educasse o povo a amar a Natureza e a cxada um fazer o mais que pode para a perservar.


sexta-feira, 26 de junho de 2009

EDITORIAL - A INTENSA ACTIVIDADE DA NOSSA CASA

por Jorge Valadares

No momento em que escrevo este editorial, acabo de chegar da Praça da Figueira onde terminou uma grande Festa que começou na sexta, dia 29 de Maio ao fim da tarde e terminou hoje, domingo, dia 31, ao fim do dia. Não foi uma Festa qualquer, foi sim um certame que traduziu o cumprimento de uma tradição, durante largos anos interrompida, de várias Casas Regionais das regiões do país com Sede em Lisboa participarem nas tradicionais Festas desta Cidade dedicadas aos santos populares. É esta uma maneira de divulgar na capital todas as valências culturais, sociais e artísticas das regiões do nosso país.

A festa que acaba de terminar foi organizada pela Associação das Casas Regionais em Lisboa (ACRL), sob os auspícios da EGEAC, a quem a Câmara Municipal da capital atribuiu a responsabilidade de levar a cabo as Festas Populares deste ano.
Responderam ao apelo da ACRL para cima de duas dezenas de Casas representando diversas regiões do país, e entre elas esteve a nossa. Se é certo que a CTMAD era a instituição presente que representava a maior região, também é um facto que foi a que apresentou mais grupos musicais, concretamente quatro grupos e só não actuaram cinco porque à última hora um dos que estava previsto actuar não pôde vir por impedimento do respectivo maestro.


Se a Festa do Folar e do azeite que no dia 5 de Abril levámos a cabo na mesma Praça, em colaboração com a Câmara de Lisboa, a Câmara de Mogadouro e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, proporcionou à nossa Casa uma projecção enorme, esta excedeu tal desiderato, pois na noite de sexta, durante o sábado até depois da meia-noite e hoje domingo todo o dia, visitaram o espaço da CTMAD na Praça da Figueira milhares de pessoas, incluindo estrangeiros de diversas nacionalidades.

Elaborámos um folheto – resumo sobre a nossa Casa Regional e colocámos lá alguns produtos regionais de primeira qualidade que os visitantes provaram e compraram. Deste modo milhares de pessoas ficaram a conhecer um pouco mais da nossa região e o que foi ao longo destes quase 104 anos de vida a nossa vetusta Casa. Não nos cansámos de aproveitar a oportunidade para realçar as funções que temos cumprido e a sua importância, bem como apelar à visita da região que representamos.


Esta Festa foi amplamente anunciada no já tradicional folheto sobre as Festas de Lisboa onde um dos pontos altos é o desfile das marchas na Avenida da Liberdade no dia 12 de Junho. Particularmente para os nossos associados, esta Festa foi também anunciada no Notícias de Trás-os-Montes e Alto Douro, o nosso sempre actual jornal online, cuja consulta periódica recomendamos vivamente (endereço: http://ntmad.blogspot.com/).

Vivemos na época em que o marketing dita leis e não podemos estar à espera, como sucedia antigamente, que sejam as pessoas a virem bater-nos à porta para se fazerem associadas, temos de ser nós que teremos de ir ao encontro das pessoas e mostrar-lhes que produzimos coisas grandiosas, que lhes proporcionamos momentos de alegria e de prazer e que vale a pena serem associadas desta instituição.


Assim, vamos ainda organizar uma vez mais a Festa dos Santos Populares da CTMAD no Domingo dia 28 de Junho e que será mais uma oportunidade para que os nossos associados possam confraternizar, comer, beber e divertirem-se, porque como tradicionalmente se diz «a vida são dois dias» e além disso é dura. Há pois que aproveitar todos os momentos para a tornar mais agradável. Cuidem da «alma», sem excessos para não prejudicar o corpo, que uma vez doente adoece a «alma» (já os filósofos gregos diziam que corpo e «alma» estão ligados). Deste modo, estarão em melhores condições para enfrentar as dificuldades da vida.



terça-feira, 23 de junho de 2009

O GOSTO EDUCADO PELAS ORIGENS

por Virgílio Gomes


Escrevo do Brasil, em vésperas do Carnaval. Curioso como esta época faz fervilhar toda a gente para os festejos. Eu entretenho-me pacatamente como observador, mas incapaz de me envolver nessa azáfama. Lembro-me dos festejos carnavalescos da minha juventude, meio desorganizados, um pouco espontâneos, mais água menos farinhas, alguns ovos destruídos e quarta-feira de Cinzas com a Morte e o Diabo a atormentar sobretudo moças jovens, e as mais envergonhadas, as maiores vítimas. O Carnaval era como a mistura da alegria dos primeiros dias de Sol entremeados com algum frio, a euforia e desregulamentação da alimentação em relação ao jejum quaresmal. E neste período se comiam os últimos “buchos”, “butelos” e “azedos”. Esperavam-nos quarenta dias sem comer carne às sextas-feiras. Sim, que já tínhamos saído da época medieval, quando o jejum era para todo o período. Claro que aqueles mais abonados, pagando a bula à Igreja, lá eram autorizados a manter os prazeres carnais na alimentação. Sem pecado.

Quando vou para férias alargadas levo comigo sempre três ou quatro livros, da pilha de algumas dezenas à espera de vez de leitura. Tenho uma relação compulsiva com os livros. Quando os vejo, e tenho intenção de ler, compro-os e vão ficando à espera de oportunidade. Na bagagem para esta estadia trouxe um livro que pensava ler logo que o comprei, há talvez meia dúzia de anos. Trata-se de relato, estudo, sobre um grande transmontano que tive a oportunidade de ter conhecido e até participado num evento que organizei numa sexta-feira treze. A famosa “Queimada da Bruxa” de que guardo o manuscrito original da receita, para fazer em palco. Intitulado “António Fontes, Causas e Casos de um Padre Barrosão” o seu autor é João Gomes Sanches, outro transmontano ilustre da nossa cultura. Aí se pode ler que o “Padre Fontes bebeu o vinho pela mesma cabaça que as pessoas que com ele trabalharam e comeu no prato em que os outros comeram”, e conviveu com aqueles que “costumavam matabichar, com nozes e aguardente, …”. Foi decerto essa educação de igual que lhe permitiu envolver-se com o seu rebanho e, como igual, se impôs sem nunca o querer. Se calhar, se houvesse mais Padres Fontes não se atribuiriam tantas responsabilidades “ao atraso económico de tantas regiões”. Sou suspeito ao elogiar este livro pois o conceito de tenho de homens da Igreja se ajusta quase inteiramente com os comportamentos e atitudes do Padre Fontes. Se calhar, se eu tivesse encontrado vários Padres Fontes não teria perdido a Fé e tornar-me num tranquilo agnóstico. Não é este, porventura, o espaço para estas delongas individuais. A leitura deste livro fez-me recordar uma frase, que possivelmente estou plagiando: “Pode tirar-se um homem de Trás-os-Montes. Não se consegue é tirar Trás-os-Montes de um homem.” E levou-me a reflectir como esta máxima se enquadrava em mim. Apenas vou referir, pecados desta minha crónica, a educação do gosto e as tradições alimentares adquiridas enquanto lá vivi.

Tive ocasião de referir na última crónica que, para me sentir transmontano, não necessito de me deslocar à terra. Tenho, de tal forma, enraizados hábitos e sensibilidades que mantenho e me transportam para lá. Tive a sorte de ter sido educado com muita liberdade. E esse direito, e o respeito à liberdade, me permitiram esta postura. Apetece-me citar o famoso poeta islâmico Ibn Muqãna (séc. XI), o filho de Alcabideche, que escreveu: “o amor à liberdade faz parte do carácter nobre”. Foi essa liberdade, associada a rituais de repetição, que me permitiu conscientemente instalar em mim um sentido do gosto alimentar que me faz referenciar ainda e desenvolver os paralelismos com a minha alimentação. Do simples guisado de batatas com bacalhau, que sempre pedia a minha Mãe, com embirração dos meus irmãos, ao ainda hoje, saudoso, arroz de repolgas (pleurótos) que acompanhava um leitãozinho assado no menu obrigatório das refeições que fazia a sós com o meu avô Nogueiro. Só mais tarde percebi o quanto a liberdade me educou o palato. Até pela dificuldade em fazer melhor. Lembro-me ainda, já mais velho, e pela liberdade de poder não me apetecer o jantar feito, ser autorizado a fazer alternativa na cozinha. Nunca saía melhor…!

Mais tarde me dei conta que o gosto, ou a prática de alimentação das origens, também é um acto de conforto, de aconchego. Coincidência… estou a ouvir Ney Matogrosso que não consigo reproduzir na totalidade e que parece dizer “…medo dá choro, que é uma necessidade de carinho ou um abraço…”. Possivelmente em períodos mais fragilizado também sinto necessidade, e me aconchego na cozinha transmontana. Não estou a ser piegas, nem a criar mitos. Racionalmente, e pela liberdade que sempre tive, penso que, de facto, ainda tive a sorte de comer em casa, comer os bons produtos, assistir ao mesmo prato variando de família para família mas mantendo o essencial que lhe dá autenticidade e genuinidade. Ainda me lembro de reconhecer a origem das alheiras pelo tempero que as denunciava. Sim, porque naquele tempo trocavam-se alheiras, uma cortesia de tradição e também em vias de extinção. Os mitos tendem a fugir… Como escreveu Fernando Pessoa, em Mensagem, “O mito é o nada que é tudo”. Não tenho mitos tenho a consciência da educação do gosto, a liberdade para aceitar a evolução e os aplausos para a modernidade baseada nos produtos da terra com qualidade e, sobretudo, com sabor.

Vamos entrar no jejum quaresmal. O jejum devia levar-nos a pensar naqueles que não têm que comer. Não nos faz mal, a todos, reflectirmos, também, sobre a qualidade alimentar que por vezes somos vítimas nas grandes cidades. Não é preciso frequentar curso de nutricionismo. Mas já é fácil termos um nutricionista por perto Das heranças alimentares recebemos muitos ensinamentos. E o principal é que a sopa é um alimento fundamental e regenerador e, que por si só, pode constituir uma refeição. É fundamental que as crianças compreendam que a sopa é um bom alimento, e não um castigo. E as saladas? E a fruta fresca da época? E o bom pão de centeio ou de mistura?

Vem aí, não tarda muito, o folar. Que é bom, sabe bem, mas como tudo não devemos abusar. Em minha casa o almoço foi algumas vezes caldo verde e folar recheado de várias carnes. Quem se lembra destas refeições?! E bebia-se vinho ou chá. E depois, a pequena desgraça com a abundância de doces. Nascemos numa tradição doceira. Hoje em dia temos as manias que só a doçaria de origem conventual é que é boa ou de eleição. É altura de recuperar a variedade de doces regionais e populares, que têm a vantagem de ter menos açúcar, e assim terminar a refeição com o café, e esse doces alguns deles em extinção.

Há amigos de Bragança que quando vêm a Lisboa não se esquecem de me trazer económicos, roscas, súplicas e até rebuçados da Régua. Estas pequenas delícias deveriam ser encaradas com apresentação permanente nas mesas transmontanas. Para que a tradição não se extinga. Até me apetece falar a crise mal informada. Estes doces até são mais baratos, e só precisam de imaginação e entusiasmo para os servir. Por exemplo para os económicos, que começam a ficar secos, parto-os em fatias com menos de um dedo de grossura, coloco-as na torradeira e depois cubro-as com geleia ou compota caseira. Mas também ficam bem com fatias de Queijo Terrincho.

O que tem faltado às nossas tradições alimentares para ocuparem lugares de prestígio é exactamente adquirirem uma linguagem actual, capaz de enfrentar os embates dos produtos da globalização associada aos esquemas de grande comunicação. É caso para perguntar porque é que as pizzas e os hambúrgueres se instalaram tão rapidamente. As pizzas não passam de uma massa de pão coberta por produtos que também temos como o queijo, o tomate, o azeite… Os nossos pães de mistura ou simplesmente o de centeio nunca os soubemos (ou adaptámos) rechear de bom presunto, do nosso queijo ou simplesmente fazer com eles boas bifanas. E promovê-las. A publicidade e a comunicação repetitiva criam apetites. Já repararam que as fotografias são sempre melhores que os produtos que nos servem? E os hambúrgueres com aquele pão, que engorda e cria alimentação deficiente, com um produto com componentes de carne? Podemos voltar ao nosso pão e recheá-lo com carne Mirandesa. Experimente e provoquem os nossos jovens e, decerto, irão sentir a diferença. Ajudar a educar o gosto é uma tarefa que mais tarde irão agradecer.

BOM APETITE

© Virgílio Gomes
virgiliogomes@virgiliogomes.com

sábado, 6 de junho de 2009

PRÓXIMOS EVENTOS DA CTMAD

Convocam-se os sócios da CTMAD, seus familiares e amigos para os próximos eventos:

Noite de Fados


Ver mapa maior
Local - Adega Típica Tia Rosa (fica nas proximidades do Convento do Beato) Autocarros: 28, 39, 718
Data - dia 20 de Junho (Sábado)
Custo - 20 euros (inclui jantar)
Informações e inscrições na nossa Sede.
Lotação limitada

Festa dos Santos Populares da CTMAD


Ver mapa maior
Local - Escola EB2,3 Gago Coutinho (perto da Av. do Aeroporto)
Autocarros: 5, 17, 21, 22, 44, 49, 708, 755

Data - 28 de Junho (Domingo)
Acesso Livre para sócios, seus familiares e amigosa a partir das 10 horas.
Informações na nossa Sede.

sábado, 30 de maio de 2009

LISBOA (Praça da Figueira) - Semana das Casas Regionais


Integrada nas Festas da cidade de Lisboa, uma parceria da EGEAC com a Associação das Casas Regionais permitirá o regresso de um evento de cariz festivo que espelhe as valências artísticas / sociais / culturais das várias Casas Regionais de vários concelhos e regiões (entre as quais a CTMAD) existentes em Lisboa. Artesanato, gastronomia, dança, música e jogos tradicionais farão parte do vasto leque de eventos que se irão desenvolver na Praça da Figueira.


30 Maio

15:00 Banda de Música de S. Mamede de Ribatua

15:45 Grupo de Violas da CTMAD


31 Maio

14:45 Banda de Música de Mateus (Vila Real)

15:15 Grupo Coral da Câmara Municipal de Vila Real

17:15 Tuna de Santa Marta de Penaguião.

Related Posts with Thumbnails