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quinta-feira, 5 de maio de 2011

ROUBO DE CARRIS NA LINHA DO TUA

Na madrugada de segunda-feira, foram detidas pela GNR duas pessoas, quando roubavam carris no troço da linha ferroviária do Tua que vai ficar submersa pela barragem. O negócio é lucrativo, pois cada quilo pode chegar aos 14 cêntimos.


terça-feira, 30 de novembro de 2010

Petição pela linha do Tua hoje no parlamento

O movimento de defesa da linha do Tua vai entregar hoje, na Assembleia da República, uma petição com 4500 assinaturas a pedirem a reabertura da ferrovia transmontana e a reativação do troço até Bragança.
Recorde-se que o procedimento de classificação da linha do Tua, como património de interesse nacional, foi recentemente arquivado ( Anúncio nº10853/2010 , publicado no Diário da República, 2ª série, de 11 de Novembro).
Linha do Tua, entre Santa Luzia e o Tua (Foto: Jorge Camera)

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

PARE, ESCUTE, OLHE

Após Ainda Há Pastores?, Pare, Escute, Olhe debruça-se sobre o destino da linha ferroviária do Tua e foi o vencedor da Competição Portuguesa do VII Festival Internacional de Lisboa (doclisboa 2009), recebendo os prémios de melhor longa-metragem e melhor montagem, e ainda o Prémio Escolas atribuído por um júri de alunos liceais.

A realização é do repórter de imagem da SIC, Jorge Pelicano, sendo a próxima exibição do filme, no dia 14 de Novembro 2009, em Mirandela.


sábado, 22 de novembro de 2008

O METRO TOMBOU AO RIO !

por José Agostinho Fins

Uma vez mais, a quarta desde Janeiro/2008, o Metro de Mirandela, tombou na linha, semeando a morte!!... ceifando vidas!!.... "caiu numa pequena ravina de 4 metros!!!....", segundo ouvi num dos noticiários da Televisão, nem importa em que canal!!...

Tendo o mais profundo respeito pela vida, e pela morte, bem como pela pessoa humana, não deixo de realçar que o metro já tombou quatro vezes, em oito meses, e que a ravina, no caso vertente, tinha quatro metros, (suponho de profundidade!!...), e foi dita de pequena!!... o que será uma grande ravina!!??...

Desde que me conheço, tenho um fascínio por comboios!.. por ventura, pelas suas linhas em perspectiva, convergindo lá longe... não sei bem!...

Com que saudades recordo o comboio parado e a fumegar na bela estação de Mirandela!!... imagens que a memória guardou no tempo, no meu tempo!!... que bela imagem aquela, fumegante!!.. que fantástica perspectiva!!... que saudades!!...

Durante anos, décadas, o comboio subiu e desceu o vale, acompanhando o rio Tua!... deambulou pelo planalto bragançano, de Mirandela a Bragança!... silvando, assustou, avisou, cumprimentou, deu as "boas horas"... a todos quantos o viam passar!!... transportou tudo e tantos!!... transportou saudades e lágrimas, sorrisos e esperanças!!... marcou o tempo!!!..

Mas os tempos mudam!.... "mudam-se os tempos, mudam-se as vontades...", como escreveu, sabiamente, o glorioso Poeta, Luís de Camões... e, por conseguinte, o comboio, o saudoso comboio.... diluiu-se, desapareceu, chorou, sangrou fogo.... e, enfim , a "economia", a sábia economia, fê-lo desaparecer, como que o assassinou!!... ao que parece a "economia" também mata!!!...

Não sei porquê, nem como, talvez fruto dos tempos, da evolução dos tempos,.... eis que aparece a circular nos mesmos carris, no caminho do comboio, o metro de superfície, o metro de Mirandela... que, contrariando a definição de "metro padrão", se tornou maior, esticou, chegou de Mirandela a Carvalhais, depois de Mirandela ao Tua, e de Mirandela a Bruxelas!!... "e se mais houvera lá chegara!".... São, enfim, os segredos da física, os segredos da ciência, os segredos... certamente os segredos!!....

Ostenta a côr verde, o verde dos campos, o verde da esperança!!?.... mas, esperança de quê!?... de simular o comboio!?... de substituir o comboio!?.. não sei, e certamente não entendo, nem tenho que saber!!... mas, enfim, dado que não há comboio, pois vejamos o "metro" passar!!... mas, já que passa, pois que ele passe, que viaje, em segurança!... com segurança!... no respeito inquestionável pelas vidas que transporta!!... isso é absolutamente necessário!!... é um imperativo!!.. e para que isso aconteça são requeridas condições!!... sim, são necessárias condições de segurança!!...

Não sei porquê, não entendo porquê, mas ... o "metro" tombou ao rio, ou numa pequena ravina de quatro metros!!!... e, pasme-se, desde Janeiro até Agosto já sofreu quatro acidentes, e fez mortes!!... fez mortes!!... matou pessoas!!.... semeou a morte no campo!!.... no mesmo campo onde devem plantar-se e cultivar-se flores!!...

O metro tombou ao rio!!...pergunta-se porquê, e como!!??...

O que se passa!?... não sei!!... nem entendo!!... ninguém entenderá!!... nem quero propor nenhuma explicação técnica!!... alguém o fará, ou fez, no espaço e no tempo certos, e com o rigor cientifico que a vida e a morte reclamam!!...

Suponho que o comboio, velhinho e sangrando ferrugem, onde quer que esteja, gelou!!.. chorou!!.. enraiveceu-se, por certo!!!... quis voltar aos carris e devolver essas vidas ceifadas!!... o rio Tua fez parar as suas águas!!... "....correu ao mar, o Tejo duvidoso!...", como bem escreveu o genial Poeta!!!...

Neste momento de nostalgia, em que a tristeza me invade o peito, em que a incerteza do futuro me angustia a alma..... fico a pensar e pergunto-me, buscando respostas:

- Que é feito do Rio Tua!??... talvez exista apenas nas lágrimas de saudade, de quantos lhe engrossam a corrente!!...

- Que é feito do Vale do Tua!??... talvez seja um vale de lágrimas, ou nisso se vá tornando, por sua desventura!!..

- Que é feito da linha do Tua!??... talvez esteja no desalinho de mentes desalinhadas, oxidadas, ou assombradas pela economia!!...

- Que é feito do comboio do Tua!??... talvez esteja apodrecendo, algures, devolvendo-se à Terra, em óxidos, apodrecendo com a saudade, das saudades que deixou!!...

- Que é feito dos Homens!?... que é feito dos Homens!?... sim, que é feito dos Homens!!??...

sábado, 1 de novembro de 2008

Comunicado do Movimento Cívico pela Linha do Tua

Assistimos nestes últimos dias a mudanças históricas na Linha do Tua, que extravasam inclusivamente para os Caminhos-de-Ferro Portugueses em geral. Depois da Regeneração em pleno século XIX, na qual Fontes Pereira de Melo declarava no palácio de São Bento "pois a mim custa-me contentar com duas (linhas de caminho-de-ferro)", e de um século XX onde se foi assistindo a muito do que de pior se pode fazer na ferrovia, eis que é em pleno século XXI que um Governo vem defender novamente o transporte que continua a revolucionar o mundo.
"É uma linha que tem objectivos e que pode ser utilizada em benefício do Turismo e das populações, portanto a nossa intenção é continuar com a linha", diz Mário Lino, sucedâneo da pasta de Fontes Pereira de Melo. "O serviço ferroviário é muito importante para o desenvolvimento deste território e para o sistema de mobilidade do país", e "A única razão porque se virá a encerrar, total ou parcialmente, a linha do Tua, é, única e exclusivamente, por causa da construção da barragem", diz Ana Paula Vitorino, Secretária de Estado dos Transportes.
Com este virar de página histórico, o próprio Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações (MOPTC) põe em xeque a barragem do Tua, obra defendida por uma minoria de interessados ou mal esclarecidos, e admite o verdadeiro valor incalculável que representa a Linha do Tua na região, uma vez que a promessa de alternativas ao traçado actual não passa de pura fantasia. É um compromisso que o MCLT aplaude e não permitirá cair em esquecimento.
O MCLT está no entanto estarrecido com algumas das passagens do relatório final relativo ao acidente de 22 de Agosto do corrente, nomeadamente com a lacuna de regulamentação específica sobre as Vias Estreitas (VE) em Portugal. Maior se torna a nossa estupefacção face às dúvidas que se levantam às Linhas do Corgo e do Tâmega, sendo justo perguntar se os vários organismos ferroviários só agora descobriram que as LRV2000 circulam no Corgo desde 1995 (ano da inauguração do Metro de Mirandela) e no Tâmega desde 2002.
Felicitamos o sério comprometimento no apuramento das causas do acidente, e na tomada de medidas para a consolidação da segurança na Linha do Tua. É também nosso desejo que os estudos intermináveis dêem lugar à acção responsável, uma vez que a linha já foi alvo de estudos no ano 2000, e teve onze meses de estudos após o acidente de 12 de Fevereiro de 2007. Não queremos que se transforme a Linha do Tua numa nova Entre-os-Rios, onde se estudam e identificam as potenciais causas de problemas e respectivas soluções, para depois não as corrigir/implementar. A Linha do Tua tem 58km em exploração: o plano a concretizar tem de contemplar esta distância, e não apenas as dezenas de metros circundantes a cada local de sinistros.
Queremos ver solucionado de igual forma a questão do material circulante, que se por um lado após 13 anos de serviço no Corgo e no Tua e 6 no Tâmega só agora levanta problemas, por outro demonstra ser subdimensionado em linhas infundadamente acusadas de possuidoras de tráfego reduzido. O silêncio da CP nesta matéria é incómodo, visto ter retirado em 2001 material mais pesado e com mais capacidade da carga que ou foi posteriormente vendido ou simplesmente abandonado. Da proprietária da linha, a REFER, continuamos a esperar investimento e melhoramentos sérios, apagando futuramente da memória uma Linha do Tua com erros estruturais "grosseiros", e emparedamento de estações, convite descarado ao afastamento de utentes. De igual forma, ficou agora provado que a marcha à vista e os novos patamares de velocidade são desajustados à realidade actual, pelo que a nova Linha do Tua não poderá continuar a velocidades comerciais do tempo da sua própria inauguração há 121 anos.
Relembramos que em matéria de mobilidade uma auto-estrada representa custos elevadíssimos, para um meio de transporte poluidor e ineficiente, sem no entanto se levantarem problemas à sua proliferação, mormente no Litoral do país. Não aceitamos para os futuros e necessários investimentos para a Linha do Tua outra atitude que não a da sua aceitação e rápida implementação, nunca pondo de parte a sua continuação para a reabertura da linha a Bragança e ligação à Alta Velocidade europeia na Puebla de Sanábria.
Em suma, renovamos o nosso voto de investimento sério e sustentável, na totalidade da linha, e o assumir sério e honesto de responsabilidades legais, morais e cívicas para com as vítimas destes acidentes, os utentes, e demais população servida pela Linha do Tua.


Movimento Cívico pela Linha do Tua, 29 de Outubro de 2008.
http://www.linhadotua.net/

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

A Barragem do Tua e os esforços para impedir a sua construção

por António Costa

Realizou-se no passado dia 25 de Julho na Casa Regional dos Transmontanos e Alto Durienses do Porto uma debate sobre a problemática da construção da barragem prevista para a foz do rio Tua, promovida por esta Casa e pelo Movimento Cívico pela Linha do Tua. A sessão presidida pelo Presidente da Assembleia Municipal de Mirandela, Dr. José Manuel Pavão, contou com diversos oradores a seguir indicados: Gaspar Martins Pereira, Professor da Faculdade de Letras da Universidade do Porto; José Manuel Lopes Cordeiro, Professor Universitário e Presidente da APPI - Associação Portuguesa para o Património Industrial e membro da Direcção do TICCIH - The Industrial Committee for the Conservation of the Industrial Heritage; Manuel Matos Fernandes, Professor catedrático da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto; Manuel Tão, Professor Universitário e Doutor em Economia de Transportes; Dra. Manuela Cunha, Assessora do Grupo Parlamentar Os Verdes e Dirigente do Partido Ecologista "Os Verdes" e Viviana Rodrigues, Arquitecta Paisagista. Na assistência encontrava-se ainda uma deputada do Bloco de Esquerda, no meio de mais de 130 pessoas que acompanharam com grande interesse o debate, e intervieram quando tiveram essa possibilidade.

O debate caracterizou-se por uma grande identidade de pontos de vista sobre a necessidade de impedir a construção da barragem. Uma tal construção descaracterizará completamente o vale do Tua tal como o conhecemos hoje; destruirá a respectiva linha ferroviária, pois deixará de haver ligação por via reduzida à estação do Tua, e consequentemente à rede ferroviária nacional; permitirá uma grave destruição do património cultural das populações que hoje se revêem no vale e na linha do Tua; empobrecerá populações cujos rendimentos agrícolas desaparecerão devido às suas terras serem alagadas; e será feita ao arrepio da necessidade de valorizar a ferrovia face à rodovia, devido aos recentes acontecimentos associados ao disparo do preço do petróleo.

António Armando da Costa, vogal da direcção da CTMAD esteve presente no debate intervindo no sentido do reforço das posições expressas e manifestando o interesse de que um debate semelhante se realizasse em Lisboa, organizado pela Casa, em conjunção com o Movimento Cívico pela Linha do Tua.

domingo, 31 de agosto de 2008

LINHA DO TUA: "Não foi um acidente normal"

Sobre o recente acidente na Linha do Tua transcrevemos de Fernando Pires do JN online a entrevista ao maquinista da composição sinistrada.

Maquinista que tripulava composição acidentada estranha a ocorrência de tantos acidentes nos últimos tempos. Mas afasta a tese de explosão.

por FERNANDO PIRES

Pela segunda vez, em dois meses e meio, Fernando José Ferreira Pires viveu momentos dramáticos com o descarrilamento das composições do Metro de Mirandela que dirigia. O maquinista, de 47 anos, já não fala em explosão, como causa do acidente de sexta-feira, na linha do Tua, mas não acredita ter sido um acidente" normal". Apesar destes acidentes, o maquinista, funcionário do Metro de Mirandela há 13 anos, continua convicto que a linha do Tua é segura.


Como aconteceu o acidente?

Tínhamos acabado de passar por Brunheda e vinha a explicar a algumas pessoas, que estavam a tirar fotos e a filmar, que a partir daquele local até à estação de Santa Luzia estava a paisagem mais bonita desta viagem. Apesar de estar a conversar, não estava distraído e até seguia numa velocidade inferior a 35 quilómetros, o máximo permitido no local. Algumas centenas de metros depois de ter passado por baixo da ponte de Brunheda, numa ligeira curva à esquerda, a máquina pura e simplesmente saltou e caiu. Não tive hipótese de fazer mais nada. Já no primeiro acidente foi a mesma coisa, estava a cumprir as normas de limite de velocidade e ainda não sei o que terá acontecido.


Chegou a explicar ao presidente da administração do Metro de Mirandela que tinha havido uma explosão anterior ao descarrilamento. É verdade?

Na altura estava muito confuso e falei na possibilidade de ter havido uma explosão, mas poderá ter sido o barulho da máquina a descarrilar, a pisar a brita e as travessas. Mas continuo a dizer que estes acidentes não são normais. Tem de haver alguma coisa, porque a linha está constantemente em manutenção, a composição do Metro foi inspeccionada no dia anterior ao acidente. Alguma coisa de anormal se passou. É mesmo muito estranho. Tenho a plena convicção que se não houvesse contestação à construção da barragem do Tua, estes acidentes não teriam acontecido.


Mas isso quer dizer que coloca a possibilidade de ter havido sabotagem?

Não posso afirmar uma coisa dessas, mas que é tudo muito confuso, lá isso é. Já andamos a fazer este percurso, para a CP, desde 2001 e nunca houve qualquer acidente até 2007, com condições climatéricas bem mais adversas. Como é possível acontecerem quatro acidentes no último ano e meio, com tanto investimento feito na linha na sua manutenção e segurança?


Houve dificuldade em pedir socorro?

Não foi possível pedir socorro de imediato, porque, ao contrário do que aconteceu no acidente anterior, o nosso sistema de GSM não funcionou porque fiquei sem bateria. Um facto que também é muito estranho. Alguns minutos depois, o meu colega (revisor) e outras pessoas caminharam cerca de 500 metros até à ponte de Brunheda, onde havia rede de telemóvel, para avisarem as autoridades. Também tenho de elogiar o trabalho de socorro das autoridades envolvidas, que não demoraram muito tempo a chegar desde que foi comunicado o descarrilamento. Infelizmente, não foi possível salvar a senhora que ficou debaixo da composição.


Tem medo de voltar a operar na linha?

Não. Estou algo abatido emocionalmente, mas estou pronto para voltar ao serviço quando a administração assim o entender.


Com mais este acidente, não receia que a linha venha a encerrar definitivamente?

Algum. Andamos com o coração nas mãos, porque se a linha fechar, a sociedade do Metro vai ter de dispensar alguns operadores, dado que não é rentável fazer apenas a ligação entre Mirandela e Carvalhais.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Movimento Cívico pela Linha do Tua na CTMAD do Porto

O Movimento Cívico pela Linha do Tua promove um debate público sobre a Linha do Tua, na Casa Regional dos Transmontanos e Alto-Durienses do Porto, no dia 25 de Julho de 2008, às 21h.

Convidamo-lo(a) a participar nesta discussão sobre a Linha do Tua, uma das mais emblemáticas obras de engenharia do nosso país e uma das mais belas linhas férreas de montanha da Europa, ameaçada pela construção de uma mega-barragem na foz do Rio Tua.

Neste debate, moderado pelo Dr. José Manuel Pavão, Presidente da Assembleia Municipal de Mirandela, estarão presentes, entre outras, as seguintes individualidades:

- Prof. Gaspar Martins Pereira
Professor da Faculdade de Letras da Universidade do Porto

- Prof. José Manuel Lopes Cordeiro
Presidente da APPI - Associação Portuguesa para o Património Industrial e membro da Direcção do TICCIH - The Industrial Committee for the Conservation of the Industrial Heritage

- Prof. Manuel Matos Fernandes
Professor catedrático da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto

- Prof. Manuel Tão
Doutor em Economia de Transportes

- Dra. Manuela Cunha
Assessora do Grupo Parlamentar Os Verdes e Dirigente do Partido Ecologista Os Verdes

- Arq. Viviana Rodrigues
Arquitecta Paisagista


Local de realização do debate:
Casa Regional dos Transmontanos e Alto-Durienses do Porto
Rua de Costa Cabral, nº 1037, Porto.

domingo, 2 de dezembro de 2007

ERA UMA VEZ... BRUXELAS - VIAGEM NA LINHA DO TUA

Daniel Conde homenageia os ferroviários caídos no acidente de Castanheiro, em 12 de Fevereiro de 2007. Com este acidente ficou-se a saber que no interior do país os telemóveis são objectos de pouca utilidade...



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