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quinta-feira, 15 de julho de 2010

Nadir vai ser Doutor pela Lusíada

O pintor e arquitecto Nadir Afonso, transmontano ilustre e associado da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro, vai receber o Doutoramento Honoris Causa pela Universidade Lusíada de Lisboa, por recomendação da sua Faculdade de Arquitectura e Artes.

A cerimónia terá lugar no próximo dia 20 de Julho, terça-feira, numa sessão com início às 16 horas, que decorrerá no Auditório 3 dessa Universidade, situada na Rua da Junqueira, nº 188 – 198, em Lisboa, convidando-se os associados da Casa e os trasmontanos em geral a comparecer.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Nadir Afonso "sem limites", no Porto e em Lisboa

Nadir Afonso expõe no Museu Soares dos Reis, no Porto, até 13 de Junho. Mais tarde a exposição "Sem Limites" muda-se para o Museu do Chiado, em Lisboa, de 22 de Junho a 3 de Outubro.

domingo, 20 de julho de 2008

Nadir Afonso face a face com Einstein

Do "Jornal de Notícias", de 2008.07.16, a propósito do novo livro de Nadir Afonso, transcrevemos do jornalista Agostinho Santos :

Nadir Afonso é um nome grande da arte contemporânea, mas, além de pintor e arquitecto, é pensador. Em livro a apresentar amanhã(*), na residência do artista em Cascais, expõe dúvidas "directamente"relacionadas com a teoria de Einstein.

A pintura e a escrita são duas linguagens que conhece bem e a que está ligado desde sempre. Nos intervalos das suas quase intermináveis sessões de pintura, no seu atelié de Cascais, Nadir Afonso refugia-se no escritório e pelo seu punho vai escrevendo, numa letra minuciosa, o que lhe dita a alma. E quase sempre se relaciona com arte e tudo o que a envolve.

Foi assim que nasceram os livros "La sensibilité plastique", "Les mecanismes de la création artistique", "O sentido da arte", "Universo e o pensamento", "Da intuição artística ao raciocínio estético", "Universo e pensamento", "Sobre a vida e obra de Van Gogh" e, agora, "Nadir face a face com Einstein".

Neste livro, a que o JN já teve acesso, o pintor escreve que "desde que procuro criar de minhas próprias mãos, que existem energias nas leis da natureza; energias da lei (entendida como ser de características imutáveis) ou energias legíticas; mas não se trata dessas forças sobrenaturais de que nos falam os estetas - como se fôssemos tocados pela magia das coisas - trata-se de uma motilidade natural incriável e inevitável".

E, mais adiante, escreve: "Indiferente à indiferença que as minhas suposições simplistas possam provocar, permito-me persistir; a lei, na sua verdadeira asserção, não rege de fora nem do alto", age como operador consubstancial do Universo".

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(*) 17 de Julho 2008.

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